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terça-feira, 26 de junho de 2012

Anel Space Invaders.


O estúdio de design de móveis Tjep, de Amsterdã resolveu sair da mesmice e arriscou desenvolver um anel inspirado no jogo 8-bit Space Invaders. A peça, de prata, pode ser encomendada  sob medida pelo site e leva até seis semanas para ser entregue.


O iMac poderia ter sido batizado de MacMan.



Ken Segall uma das mentes responsáveis pelo nome que viria a se transformar em uma espécie de identidade da Apple, além de marcar uma série de produtos de sucesso, em um artigo publicado pela Fast Company, conta como convenceu Steve Jobs a desistir do nome “MacMan” e batizar o computador que salvaria a sua empresa do limbo de “iMac”.

De acordo com o idealizador da campanha “Think Different” (Pense Diferente, em tradução livre), que acabou por definir os rumos da empresa da Maçã, convencer Jobs a adotar o nome certo para o seu revolucionário produto deu bastante trabalho. Tanto que a primeira reação do CEO da Apple ao nome iMac foi um sonoro “detestei!”.

Rejeição inicial

Entretanto, segundo o interessante relato, apesar da rejeição inicial, Jobs acabou sabiamente cedendo. Segundo Segall, Jobs deu instruções precisas sobre o que o nome do novo computador deveria traduzir: trazer a palavra Mac, deixar implícito que facilitaria o acesso à internet algo inédito na época, e que, apesar da aparência colorida e compacta, o computador não era um brinquedo, muito menos um modelo portátil.
Jobs acreditava na época que “MacMan” era um nome que remetia aos velhos tempos do Walkman da Sony, podendo ser associado a um produto de sucesso. Entretanto, para Segall, a Apple era uma empresa que deveria transpirar originalidade, e usar um nome remanescente de outro produto ia totalmente contra essa idéia.

Eis que surge o “i”

Além disso, o “Man” (homem, em inglês), presente no nome escolhido por Jobs, trazia um forte apelo machista, sem contar a óbvia referência ao antigo game “Pac-man”. Com apenas uma letra “i”, Segall não só solucionou todos os problemas propostos por Jobs, como também criou uma identidade que segue presente em todos os produtos da companhia.
Assim, uma das principais lições aprendidas por Segall e que pode ser aplicada por todos nós é que, se você realmente acredita em uma idéia, nunca desista dela, nem que para isso você tenha que convencer pessoas como Steve Jobs.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Evolution.


Mesmo que você nunca tenha jogado Atari, é bem provável que você conheça o estilo gráfico do game, marcado pelo visual 8-bits. Esse tipo estético, considerado minimalista, continua bastante “vivo” entre nós, fazendo parte de nossa cultura há mais de três décadas.

Assim, suas raízes estão nos primórdios dos vídeo games — e mesmo com toda a evolução tecnológica, vários jogos ainda utilizam esse formato de gráfico.

E é devido à sua importância e influência na cultura pop atual que o site PBS Art — produtor de conteúdos voltados a temas que envolvam criatividade — criou um vídeo que explora a evolução do 8-bits como um estilo de arte.

O mini documentário, denominado “The Evolution of 8-Bit Art” (A Evolução da arte 8-Bits), apresenta uma variedade de gêneros, com artistas mostrando suas motivações em trabalhar dentro das limitações desse estilo gráfico. O vídeo faz parte de uma série denominada “Off Book” e aborda a influência do 8-bits na arte e na cultura. Vale a pena conferir!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Pringles.

Sem dúvidas ele é o melhor salgadinho e sempre esta presente nos melhores momentos, sou viciado em Pringles, e você?

É a primeira batata a ser vendida num tubo cilindrico.

Introduzido no mercado em 1968, de acordo com a sua patente, o produto foi inventado por Alexander Liepa no estado de Ohio, nos Estados Unidos da América. O processo de fabricação baseia-se na preparação de um purê de batata, que é temperado e moldado. A batata Pringles é conhecida pela sua embalagem (inventada por Fred Baur), que consiste em um tubo cilindro, e também pela sua logomarca, a representação de um homem com um longo bigode.

Chegou ao Brasil no início dos anos 1990, através de importadoras. A partir de 2002 começou a ser fabricada e distribuida oficialmente pela Procter & Gamble do Brasil e em 2012, após as negociações entre as empresas Procter & Gamble, Diamond Foods e a Kellogg Company, a marca passou a ser fabricada pela Kellogg.

Sexy.

Hoje em dia temos pixel art de todas as maneiras.




segunda-feira, 4 de junho de 2012

8 Bit.



Quando se trata de o termo "8 bits", qualquer geek vai entender a alegria que sentimos quando essa frase é pronunciada. Significa algo "retro", ou algo que vai inundar de volta memórias de seus primeiros dias de jogo como um miúdo. Como designer, considero que a arte 8 bit é muito bonita, é uma arte que serve para muitas coisas, até mesmo os ícones para um site ou aplicação, e um músico pensaria em chiptunes  - mas todos podem concordar em uma coisa de 8 bits tem resistido ao teste do tempo, mas agora pesquisadores usaram a ciência para melhorar a arte pixelizada do passado.

DNA.



O que é o DNA

Para se ter uma idéia ou uma imagem do DNA, basta pensar em duas fitas paralelas em forma de serpentina, ou helicoidais (de dupla hélice). Essas fitas são formadas de filamentos, já que as moléculas do DNA têm a forma filamentosa. São filamentos paralelos devido à ponte, chamada ponte de hidrogênio, que liga uma cadeia de filamentos à outra.

O DNA é então formado por uma base hidrogenada e pelos nucleotídeos, que são a guanina, a citosina, a adenosina e a timina.

Se tentarmos localizar o DNA, veremos, como diz Richard Dawkins, que nosso DNA mora dentro de nosso corpo, e não se concentra em uma parte específica do corpo, mas é distribuído entre as células. Curiosamente, existem, diz Dawkins, cerca de um milhão de bilhões de células constituindo um corpo humano médio e, com algumas exceções, cada uma dessas células contém uma cópia completa do DNA daquele corpo.

O DNA é, dos ácidos nucléicos, o que instiga mais a curiosidade, pelas suas características e pelas suas várias funções. 

Função do DNA

Uma vez que estamos falando em ácidos nucléicos, portanto, ácidos encontrados nos núcleos das células, convém saber que o núcleo representa justamente a central de informações de uma célula. É como se fosse uma torre de controle, de onde são distribuídas as informações para que cada célula execute sua tarefa.

Dawkins explica que as moléculas de DNA fazem duas coisas importantes. Em primeiro lugar, elas se replicam, o que significa que elas fazem cópias de si mesmas. Isso é facilmente compreendido se imaginarmos um homem adulto, com um milhão de bilhões de células, que começou, em sua versão original, com uma única célula. Esta única célula se dividiu em dois e, por meio de sucessivas divisões, chegou a 4, a 8, a 16, a 32 e assim por diante, até chegar ao homem adulto. Pode-se dizer que a função de replicar do DNA é como se fosse a função de uma fábrica modelo, com qualidade cem por cento, onde os planos do DNA são copiados com fidelidade, praticamente sem erros, segundo Dawkins.

De acordo com esses planos do DNA, para que um corpo seja ‘construído’, não basta que ele se duplique. É preciso que alguma coisa mais aconteça. Assim, o DNA faz uma supervisão indireta da fabricação de um tipo diferente de molécula, que é a proteína.

Dawkins lembra que fazer proteínas talvez pareça estar muito longe da fabricação de um corpo, mas, diz ele, esta é a primeira pequena etapa nesta direção, uma vez que as proteínas constituem grande parte da estrutura de um corpo e, além disso, controlam os processos químicos dentro da célula, ligando-os e desligando-os no momento e no lugar certo. E essa movimentação toda dentro das células é que leva uma primeira célula a vir a formar um bebê e, mais tarde, um corpo adulto. 

Imãs de geladeira.



 Estes divertidos imãs de geladeira são em forma de mãos diferentes com vários gestos, tais como punho, palma, polegar para cima, etc. O conjunto contém 12 peças de imãs de geladeira em pixel art , que pode segurar suas fotos, lembretes na porta da sua geladeira.


Daft Punk.


A sonoridade proposta pela dupla vai muito além da musicalidade eletrônica convencional. As faixas conseguem atingir um grau de excelência e perfeição tão alto que fica até a dúvida: Seria a dupla que compõem o Daft Punk robôs ou apenas meros humanos?

Você pode até  não ter ouvido falar deles (o que é praticamente impossível hoje em dia). Pode ter feito de conta que não ouviu o comentário de algum amigo seu, fã de música eletrônica. Aposto que até deve ter dançado “One More Time” em alguma festa por aí sem saber, mas se você é nerd, não pode negar a existência da dupla francesa Daft Punk.

Desde que surgiu em princípios da década de 1990, o duo formado por Thomas Bangalter e Guy-Manuel de Homem-Cristo (sim, este é o nome dele) vem integrando boa parte das trilhas sonoras das grandes produções hollywoodianas, sejam elas filmes nerds ou não.
O mais recente feito da dupla foi compor integralmente a trilha sonora de Tron – O Legado (2010), sendo os responsáveis por dar ritmo às corridas de moto, batalhas de disco ou cada quadro que compõem a película.
Outro exemplo? Lembra de Homem de Ferro 2? Recorda-se da cena em que Robert Downey Jr. eDon Cheadle – ambos trajando seus trajes específicos – metem porrada um no outro destruindo boa parte da mansão do primeiro? Um dos ingredientes para o bom desenvolvimento de tal pancadaria foi a faixa “Robot Rock” do disco Human After All (2005), e você sabe de quem é a canção? Daft Punk. Agora imagine Tron e Homem de Ferro 2 sem suas devidas composições sonoras?

A dupla chegou inclusive a participar de um comercial de uma marca famosa de tênis reencenando Star Wars. Junto estavam outras celebridades como o jogador David Beckham e os irmãos Liam eNoel Gallagher da extinta Oasis. Quer mais nerd do que isso?
Então que tal o visual futurístico dos músicos. Capacetes negros (Darth Vader?) e roupas que parecem ter saído de um filme de ficção científica fazem a dupla parecerem mais dois robôs do que seres humanos em si. Durante muitos anos ninguém teve acesso aos rostos do duo sendo “reconhecidos” unicamente através de suas vestimentas cibernéticas.
O primeiro álbum da dupla só veio em 1997, após anos fazendo pequenas apresentações ou discotecando pelos clubes noturnos de Paris. “Homework” introduz o público ao brilhantismo do duo em meio a faixas repletas de batidas eletrônicas secas e os sintetizadores que comporiam boa parte das futuras canções do Daft Punk. De cara, a dupla nos entrega hits como “Da Funk”, “Rolling‘ & Scratching”, “Around The World” e “Alive” que acabaram indo direto para as pistas do mundo todo.

Em 2001 a dupla nos apresentaria Discovery, aquele que é o disco mais popular do duo. Com 14 faixas do mais puro virtuosismo eletrônico o álbum serviu como trilha sonora do verão daquele e dos anos seguintes através da pegajosa “One More Time”, além de outros hits como “Harder, Better, Faster, Stronger” e “Digital Love”.
Se alguém desconfiava que o Daft Punk eram na verdade dois robôs disfarçados (embora eles não tentassem esconder isso) Human After All (2005), o terceiro trabalho do grupo é a comprovação disso. Boa parte das faixas demonstra o lado “robótico” da dupla, como a faixa título, a também já mencionada “Robot Rock”, “On/Off” e “Technologic” (com um clipe inteiro cantado por um… robô). Há até uma tentativa da dupla em buscar pelas emoções humanas em “Emotion”. A trilha sonora perfeita para a vida robótica, ou para os homens-máquina que pretendem virar humanos.

Após algumas compilações e um disco ao vivo, em 2010 a dupla anunciou que integraria a trilha sonora do remake de Tron. O resultado é mais um excelente disco repleto de elementos no melhor estilo Daft Punk. Boa parte das cenas de ação do filme se desenvolve graças ao brilhantismo da trilha, sobrando até para a dupla “aparecer” na cena em que Sam Flynn se encontra comZuse/Castor em sua festa particular.